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Terapia Ocupacional

A Terapia Ocupacional é a ciência e a profissão que estuda as ocupações humanas e trabalha no sentido da promoção da independência e autonomia. Na área da pediatria, a Terapia Ocupacional tem como objetivo promover as competências da criança, competências estas que podem ser de natureza motora, percepto-cognitiva, sensorial, emocional ou de interação/comunicação.

Na sua intervenção, o Terapeuta Ocupacional usa o brincar como estratégia facilitadora de um desenvolvimento ocupacional satisfatório, objetivando-se com esta estratégia e a utilização de diversas técnicas terapêuticas, que a criança adquira as diversas competências necessárias à sua autonomia. Contudo de uma forma lúdica para que seja para ela mais fácil o trabalho.

Uma área de abordagem da Terapia Ocupacional é a Integração Sensorial que visa a regulação sensorial (propriocetiva, vestibular, tátil, auditiva, visual, olfativa e gustativa) de modo a que o dia-a-dia da criança seja o mais produtivo possível. De facto todos temos alguns tipos de preferências sensoriais, contudo é a frequência, a intensidade, a duração e o impacto funcional no dia-a-dia desses sintomas que determina a disfunção. Crianças com desordens ao nível do processamento sensorial terão dificuldades em regular de forma eficaz todos os estímulos que vão recebendo ao longo do dia, refletindo-se posteriormente no seu comportamento (ex: crianças impulsivas ou demasiado calmas), nos seus movimentos (ex: descoordenadas/ desajeitadas, caindo e tropeçando frequentemente), nas suas capacidades de aprendizagem (ex: dificuldade em concentrar-se), na sua autonomia e na sua relação com os outros. Desta forma uma intervenção com base nesta abordagem será uma mais-valia, na medida que fornecerá os pilares essenciais à funcionalidade e autonomia da criança.

O Terapeuta Ocupacional procura sempre criar possibilidades para que a criança possa realizar aquilo que deseja. Assim pode também utilizar estratégias de compensação de funções, material adaptado (brinquedos adaptados, por exemplo), aconselhamento de produtos de apoio para aumentar e potenciar o desempenho da criança. Desta forma é possível criar possibilidades para a criança experimentar o mundo, realizar aprendizagens sobre o mesmo e por isso ter um desenvolvimento mais rico (e feliz!).

Alguns sinais de que deve procurar um Terapeuta Ocupacional:

A nossa equipa de terapia ocupacional

Margarida Franco
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Margarida Franco

Terapeuta Ocupacional

Licenciada em Terapia Ocupacional, pela Escola Superior de Saúde do Alcoitão.
Estágios de intervenção com crianças no Centro de Desenvolvimento da Criança - Hospital Garcia de Orta e no Centro de Reabilitação de Paralisia Cerebral Calouste Gulbenkian, onde para além de uma intervenção individual com a criança, também interveio na Comunidade, quer em contexto familiar/domiciliar, quer em contexto escolar.
Trabalhou nas Residências Montepio Lisboa.
Curso de Formação em Bandas Neuro-musculares.
Pós-graduada em Integração Sensorial, desde 2020, pela Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra, em parceria com a Associação 7Senses.
Colaboração em Unidades de Apoio à Multideficiência e Unidades de Ensino Estruturado. Trabalhou no Centro de Recursos à inclusão (CRI), integrando a equipa do Externato Zazzo.

Margarida Rosado
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Margarida Rosado

Terapeuta Ocupacional

Licenciada em Terapia Ocupacional pela Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Leiria.
Estágios de intervenção com crianças no Centro de Recursos para a Inclusão da Associação para a Recuperação de Cidadãos Inadaptados da Lousã e no Hospital Pulido Valente, na valência de pedopsiquiatria.
Estágio com idosos na unidade de cuidados continuados do Centro de Reabilitação do Rovisco Pais e com jovens e adultos com multideficiência na APPACDM de Lisboa.
Projeto de investigação relacionado com as novas medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão implementadas nos centros de recursos para a inclusão em 2018.
Participação nas primeiras jornadas de Terapia Ocupacional em meio aquático organizadas pela associação portuguesa de terapeutas ocupacionais.
Integra atualmente a equipa do Centro de Recursos para a Inclusão da Cercisa.
Encontra-se a frequentar a pós graduação em Integração Sensorial, na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra.

Susana Moreira
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Susana Moreira

Terapeuta Ocupacional

Licenciou-se em 2005, na Escola Superior de Saúde do Alcoitão.
Integrou a equipa do Centro de Recursos para Inclusão da Cercisa, em unidades de multideficiência de 2005 a 2010.
Integrou a equipa multidiscilplinar do Centro Hípico de Almada, de 2005 a 2010.
Integrou a equipa do Centro de Recursos para a Inclusão da APPDA-Lisboa, em unidades de ensino estruturado de 2009 a 2010.
Integra atualmente a Equipa Local de Intervenção Precoce do Seixal.
Frequência do curso de suporte básico de vida pediátrico.
Participação em várias formações/ workshops de metodologias de intervenção em crianças com perturbação do espectro do autismo (floortime, integração sensorial, entre outras).

Thais Candido
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Thais Candido

Terapeuta Ocupacional

Terapeuta Ocupacional desde 2009 pela Escola Superior de Tecnologias da Saúde do Porto, Instituto Politécnico do Porto.
Mestre em Avaliação e Intervenção Neuropsicologica, desde 2012, pelo Instituto Superior da Maia.
Especialista em Integração Sensorial, desde 2018, pela Escola Superior de Saúde de Coimbra, Instituto Politécnico do Porto, em parceria com a Associação 7Senses.
Trabalhou na Equipa de Intervenção Precoce do Seixal.
Trabalhou no Centro de Recursos à Inclusão, em Unidades de Apoio à Multideficiência e Unidades de Ensino Estruturado.
Tem feito diversas formações na área da intervenção da terapia ocupacional em Perturbações do Espetro do Autismo, disfunções da relação e comunicação e perturbações da alimentação.
Tem interesse nas áreas da Parentalidade Consciente e a aplicação dos seus princípios na prática da Terapia Ocupacional e da Neurodiversidade.
Aprecia a área da Inclusão em todos os contextos, assim como é defensora da diminuição do Capacitismo na sociedade.
Acredita que a sua intervenção com as crianças só faz sentido se estiver incluída dentro de uma equipa (cuidadores, família, equipa Pedagogica, terapeutas) com foco nas necessidades da criança.

Brincar é a forma favorita que o cérebro tem para aprender.

- Diane Akerman -